O ministro Dino, do STF, autorizou a Polícia Federal a investigar o empresário Fábio Luís Lula da Silva, após ser sorteado para relatar o terceiro inquérito contra o Lulinha, filho do presidente Lula.
Essas novas suspeitas ocorrem através de uma empresa que possui contratos de R$ 81,1 milhões com o Governo Federal.
O Lulinha já é alvo de 2 inquéritos que foram autorizados pelo ministro André Mendonça, e esses inquéritos estão baseados na influência e na corrupção para flexibilizar a Cannabis Medicinal.
O outro inquérito está relacionado à Dataprev, em que aparece o nome de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e a empresária Roberta Luchsinger, que trabalharam para conseguir contratos com a Dataprev.
A esquerda avalia que seria um uso político-eleitoral e tenta arquivar esses inquéritos.
O advogado Willer Tomaz, alvo da Polícia Federal nessa terça-feira e apontado pela investigação como o operador do vice-líder do Governo Lula no Senado, Weverton Rocha (PDT do Maranhão), no esquema bilionário dos descontos irregulares de aposentadorias e pensões do INSS.
Além do Tomaz, a operação mirou a esposa, a filha e duas irmãs do senador.
O Brasil aguarda a conclusão e a prisão dos envolvidos na maior corrupção já vista no Brasil.
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