A resistência do Supremo Tribunal Federal quanto à meta da direita de atingir a maioria no Senado, depois eleger o presidente da Casa e pautar o impeachment de ministros a partir de 2027, está muito forte na campanha eleitoral e isso está incomodando o ministro Gilmar Mendes.
Podemos observar que essa preocupação do STF vem acompanhada pelo forte poder da mobilização do eleitorado que quer mudanças no Judiciário, o que soa como advertência sobre o embate em 2027.
Os poderosos ministros dizem que criticar o Judiciário é legítimo, mas classificam como abusos as denúncias de políticos e chamam de populismo e ameaça às instituições.
Hoje a direita brasileira, através de seus candidatos ao Senado, defende a contenção do ativismo judicial como um claro e constitucional instrumento para equilibrar os poderes.
Em decisão monocrática de dezembro de 2025, o ministro Gilmar Mendes retirou do plenário virtual o julgamento da sessão, mas deixou aberta uma disputa decisiva sobre as regras que podem ser usadas pelo Senado em 2027, sobre os dispositivos da Lei do Impeachment de número 1079/1950.
Agora é esperar a volta do julgamento virtual no STF, sem data marcada.
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