Eleições 2026.


​Estamos na reta final das eleições presidenciais de 2026, onde até ao momento se mostra os 2 candidatos em empate técnico e vai depender muito dos votos dos indecisos, que devem decidir as eleições.
​Na pesquisa Quaest, mostrou que o número de eleitores indecisos dobrou em apenas 1 semana: saltou de 7% para 14%, tirando votos de Flávio e de Lula.
​No levantamento anterior, Flávio tinha 43% e agora caiu para 40%, enquanto Lula oscilou de 42% para 40%.
​No cenário dos independentes, Lula perdeu espaço e Flávio recuou na direita, onde a variação mostrou que os indecisos no grupo de identificação política, que somavam 13%, agora são 31%. Lula perdeu 10% e Flávio recuou 5%, mostrando que os candidatos que se definem como direita, não bolsonarista, mostrou recuo de 89% para 82%; os indecisos nesse grupo, 9%, mostrando uma “sinalização clara de descontentamento com as opções e com a campanha negativa que vem sendo apresentada”.
​Por isso, domingo temos uma oportunidade de dizer, nas urnas, aquilo que milhões de brasileiros estão cansados de falar em casa, no trabalho, nas conversas: Chega! “Esse país é nosso”.
​O crime organizado se espalhou pelo Brasil. As ruas estão cada vez mais inseguras; as pessoas já nem registram os furtos, porque não acreditam no sistema, vendo homicidas andarem livremente pelas cidades. Chega de impunidade.
​Chega de viver com medo. Sabemos que um presidente não consegue resolver num passe de mágica a “segurança pública” brasileira. A verdade é que o aumento e a complacência é uma das causas do avanço do crime no Brasil.
​Chega de ter medo de falar, de expressar uma opinião e ficar pensando se trará consequências; de depender do humor de um juiz, da simpatia de uma autoridade ou da corrente política de um promotor.
​Chega de censura, de intimidação e da ideia absurda que a “liberdade de expressão” depende da autorização de quem governa.
​Chega de gastar com o nosso dinheiro. Dinheiro público jogado fora, dos privilégios preservados, das mordomias pagas por quem trabalha. Como se o dinheiro do Estado não tivesse dono, como se fosse possível gastar sem responsabilidade e deixar o povo pagar a conta.
​Chega de fazer palhaçada com a cara do pobre. A inflação, os impostos e os juros não são abstrações econômicas; isso significa menos comida na mesa, menos oportunidades para os filhos e, principalmente, sem dinheiro no fim do mês.
​Agora é FLÁVIO BOLSONARO 22.
​DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA, LIBERDADE.

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