Chegou a hora de termos ministros dignos no STF, pois há muito tempo o tribunal se vê no meio de crises provocadas pelos próprios ministros, em que cada um puxa para si processos até da primeira instância, passando por sigilos inexplicáveis e acareações sem fundamento.
Há os casos Banco Master, INSS e o Resort Tayayá — do qual o ministro Toffoli era sócio e no qual o filho do ministro atuava, além do caso Master, do qual Toffoli era relator.
Os atuais ministros insultam a inteligência da população brasileira ao publicarem uma nota pública em que afirmam “não ser caso de cabimento para arguição de suspeição” no caso Master, defendendo Toffoli. Agora, os ministros mais alinhados a Moraes querem repetir a dose, sem saber qual será o desfecho.
Hoje, o caminho é levar os presentes autos ao plenário, que é a instância soberana para analisá-los de modo estritamente técnico e jurídico, o que deverá ocorrer de forma pública e transparente, em uma sessão presencial do colegiado.
Agora, só resta esperar a decisão de Fachin.
Fica a pergunta: será que o ministro Fachin está disposto a “preservar a integridade” do Supremo Tribunal Federal?
O Brasil aguarda uma resposta do STF.
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