PL DA MISOGINIA NA CÂMARA
A proposta do regime de urgência está perdendo força após a pressão de movimentos contrários. Além disso, não houve recuo em pontos que geram preocupação entre evangélicos, conservadores e ydefensores da liberdade de expressão; falas como as de Janja da Silva ampliaram a resistência.
Esse conceito de misoginia pode alcançar críticas políticas, piadas, pregações religiosas e até gírias utilizadas por crianças.
O mais grave do texto é caso o juiz considere constrangimento, humilhação, vergonha ou medo como formas de discriminação.
O exercício da liberdade de expressão, de manifestação do pensamento e de convicção religiosa ou filosófica não pode constituir — e não constitui — exclusão de ilicitude.
Esse projeto, da forma como está, mostra que as críticas ao uso de dinheiro público podem ser enquadradas como manifestações misóginas. Ou seja, esse projeto impede o cidadão de criticar quem gasta dinheiro público em viagens internacionais de luxo.
Como as eleições estão próximas, o projeto não será pautado, já que os deputados passaram a evitar uma votação que poderia produzir desgaste em suas campanhas. Por isso, a proposta só poderá ser votada após o período eleitoral.
Temos que ficar atentos a mais esse tipo de censura que parte da esquerda.
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