A elevação de benefícios sociais e linhas de créditos subsidiados para certos setores mostram a semelhança da política econômica atual com a do segundo governo Dilma, mostrando resultados semelhantes, como uma inflação alta, piora no ambiente de negócios, além dos juros estratosféricos, os maiores dos últimos 20 anos.
Para manter essas benesses, o governo cobra impostos e aumenta a dívida pública. Na época da Dilma, a dívida bruta era de 63,4% do PIB, e hoje já estamos com 81,1% do PIB.
Com esses aumentos com a saúde, educação, valorização do salário mínimo, torna o controle da dívida uma missão quase impossível.
Os penduricalhos para o Poder Judiciário fazem com que os parlamentares aumentem também com emendas parlamentares bilionárias.
A situação brasileira está se tornando dramática, beirando o colapso. Afinal, quem não quer ganhar 14,55% ao ano ou \text{IPCA} + 8,35% com risco zero?
Se acontecer um calote, as consequências serão desastrosas para a sociedade. Teremos queda da atividade econômica, fuga de investimentos, desemprego e, a pior de todas, a inflação. Infelizmente, caminhamos a passos largos para isso.
Quem salvará o Brasil do caos? Podemos mudar com a eleição de 2026.
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