Às vésperas do início oficial da campanha eleitoral em 16 de agosto, Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à presidência, tem um desafio enorme: conquistar eleitores dos dois polos ideológicos e os eleitores que ainda não decidiram em quem votar.
O candidato do bolsonarismo tem que ampliar sua penetração junto aos eleitores moderados do Centro Democrático, os quais os bolsonaristas “EAD” chamam de “isentões”. Para vencer as eleições, temos hoje 24% do eleitorado brasileiro que, no momento, não apoia o Lula e nem o Flávio, onde teremos uma eleição a ser definida nos detalhes.
Hoje, a Direita e o Centro-Direita têm 44% dos votos, contra 39% da Esquerda e Centro-Esquerda, onde vemos uma grande parcela da população que ainda resiste em endossar a candidatura do Flávio.
A turma bolsonarista “EAD” ainda não entendeu que o grupo “Direita Nutella” pode ser decisivo nas urnas, junto com os “isentões”.
Uma coisa é certa: nem a Direita, nem a Esquerda têm forças para ganhar as eleições sozinhas.
Ainda temos os jovens que podem votar no Flávio para evitar o Lula e o PT.
Precisamos de união de todos para livrar o Brasil do Lula.
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