Jornalista que só mede um lado não é jornalista; é um militante que insinua ambição, oculta podres e insulta o eleitorado só porque a sua indignação tem endereço fixo e só ataca quem está fora da “panela”.
O jornalista que não enxerga o risco de sabotar aliados não faz análise: escolhe um lado. Com uma crítica que poupa sistematicamente uma das partes, com certeza deixa de fazer jornalismo sério e vira serviçal.
É o tipo de jornalista que acha o caminho mais fácil bater em alguém para agradar à matilha, insistindo em atacar quem ele já espanca e chamando a covardia de coragem.
Isso é decepcionante, pois corremos o risco de ter mais quatro anos de Lula com esses ataques contra os evangélicos de direita.
Hoje vemos pseudo-jornalistas que atacaram Bolsonaro por quatro anos se dizendo de direita. Por que será?
Contudo, vemos também um militante de esquerda, hoje travestido de direita, chamar os evangélicos de direita de “corpo mole” e “bolso cheio”, dizendo que “devíamos fundar a igreja dos discípulos de Pilatos”. Isso é uma vergonha para os 30 milhões de evangélicos no Brasil.
Para a esquerda, não existe aliado mais precioso do que certos “jornalistas” que se passam pela direita, criando fatos falsos para fazer com que os nossos evangélicos briguem entre si.
A DIVISÃO DA DIREITA SÓ FORTALECE O LULA.
Cuidado com quem se veste de patriota e conspira nos bastidores.
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