A operação de Compliance colocou o senador petista Jaques Wagner no centro das investigações do Banco Master, causando um dano político imenso à candidatura do presidente Lula.
As vantagens recebidas pelo senador incluem um apartamento de R$ 2,45 milhões na Bahia, uso de aeronaves privadas e um show nos Estados Unidos, além de repasses a empresas ligadas a pessoas do entorno do parlamentar, que é o líder do governo no Senado Federal e candidato à reeleição em 2026.
Supostas atuações do senador petista nas regras de empréstimos consignados, nos limites de cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e na tentativa de compra do Banco de Brasília colocam o senador baiano no centro de uma nova operação da Polícia Federal.
O crescimento patrimonial do senador petista está ligado à atuação do Banco Master, que começou na privatização da Empresa Baiana de Alimentos (EBAL) em 2017, quando surgiu o Credcesta, que serviu de base para a expansão do Banco Master.
O apartamento do senador petista teria sido adquirido por uma empresa para ocultar o verdadeiro beneficiário e conferir aparência de normalidade à transação.
Uma financeira associada ao senador recebeu R$ 3,5 milhões de uma corporação vinculada ao Banco Master e à operação do Credcesta.
A pergunta que fica no ar é: até onde chegaram os tentáculos do Banco Master e de Daniel Vorcaro?
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