Desgaste da Maquina Petista


​A fórmula eleitoral utilizada pelo PT está mostrando sinais de esgotamento.
​Desde 2002, o PT estruturou uma máquina de votos, ampliando os benefícios sociais, a expansão do crédito via bancos públicos e a maior presença do Estado no Estado.
​Esse modelo deu ao PT cinco eleições para presidente, e hoje a máquina já foi acionada para tentar dar o sexto mandato; mas os efeitos não estão funcionando e não produzem mais os resultados desejados.
​Hoje, vemos um grande desgaste na popularidade do presidente Lula, com elevados índices de rejeição e, mesmo com o “caso Vorcaro”, 47% da população não vota no Lula.
​Hoje, o enfraquecimento político do atual governo mostra que o lulismo vai ter enormes dificuldades na eleição de 2026, pois até agora não apresentou nada para a população no desenvolvimento econômico e social.
​A máquina petista opera por meio da construção de clientelas: políticas permanentes onde empresas são beneficiadas por crédito subsidiado.
​A lógica petista age como uma “perspectiva pecuniária da democracia”.
​Hoje, o governo, em vez de trocar o remédio, aumenta a dose.
​Derrotar o PT exige mais do que rejeição ao lulismo: a direita precisa vender um sonho.

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