A Dosimetria: O Brasil não pode viver sob o império do medo

DOSIMETRIA: O BRASIL NÃO PODE VIVER SOB O IMPÉRIO DO MEDO
O Brasil foi surpreendido pela decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender a aplicação da dosimetria nas penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro. Uma medida que poderia corrigir excessos e garantir justiça acabou sendo barrada de forma autoritária, aumentando ainda mais a insegurança jurídica no país.
Tudo começou quando a oposição buscou discutir a revisão das penas impostas a cidadãos que, em muitos casos, receberam condenações desproporcionais. A reação veio imediata: mais uma decisão monocrática, sem debate amplo e sem respeito ao sentimento de milhões de brasileiros que já não suportam os abusos do ativismo judicial.
O povo brasileiro está cansado de assistir a ministros governando acima da Constituição. O Brasil vive hoje uma perigosa inversão de valores, onde quem questiona o sistema é tratado como inimigo, enquanto garantias fundamentais são ignoradas. A liberdade de expressão virou alvo, parlamentares são perseguidos e cidadãos comuns vivem com medo de se manifestar.
O julgamento do 8 de janeiro precisa respeitar a individualização das condutas e o devido processo legal. Justiça não pode ser movida por vingança política ou pressão ideológica. O que deveria prevalecer é a Constituição — e não decisões tomadas de forma isolada por quem se considera acima das instituições.
O silêncio de parte do Congresso Nacional diante desses abusos é preocupante. O Senado Federal precisa cumprir seu papel constitucional e agir como verdadeiro freio aos excessos do Judiciário. Democracia só existe quando há equilíbrio entre os poderes.
Alexandre de Moraes dá mais um passo para fechar as portas do diálogo e da pacificação nacional. Mas o povo brasileiro não irá se calar. O Brasil quer liberdade, respeito à Constituição e o fim da perseguição política.
Chegou a hora de o Congresso reagir. O Brasil pertence ao povo — não ao autoritarismo.

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