Hoje, a política brasileira é feita de negociação. Para ter sucesso, é preciso contar com uma estrutura efetiva, estar bem posicionado em pesquisas eleitorais e ter uma legenda que seja competitiva. Afinal, para vencer “a máquina”, é fundamental ter recursos.
Além disso, existem as negociações internas: respeitar os compromissos assumidos e ter o apoio real de quem está dentro e fora das negociações políticas. Por isso, é importante estar em um partido que tenha estrutura, fundo eleitoral, tempo de rádio e TV, capilaridade e um palanque forte. Sem essa afinidade, o candidato não chega a lugar nenhum.
Atualmente, a sigla não define o caráter do político. O que realmente importa para o povo é o que ele fez em sua trajetória e sua atuação enquanto ocupa um cargo público.
Vemos muitos criticando Flávio Bolsonaro e Sergio Moro, mas esquecem que não se trata apenas de pureza ideológica, mas sim de viabilidade política e união de forças para derrotar o adversário, pois o nosso sistema não é perfeito.
O movimento do Moro ao entrar no PL, por exemplo, ajuda Flávio Bolsonaro no Paraná, pois neutraliza a campanha do Ratinho Junior no estado e fortalece o embate contra o governo petista.
Hoje, como apoiadores do Presidente Bolsonaro, estamos aguardando a sua prisão domiciliar, pois ele reúne todos os requisitos para a sua liberdade. Com o apoio de todos, venceremos essa guerra para termos de volta um “Brasil para os brasileiros”.
Deus, Pátria, Família e Liberdade.
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