A hipocrisia da esquerda é escancarada.


Enquanto o mundo assiste a uma sequência de vitórias da direita conservadora — como a recente eleição na Costa Rica e o avanço de governos alinhados à liberdade na América — o Brasil segue refém do lulismo, da corrupção institucionalizada e das alianças espúrias com ditaduras sanguinárias.
O povo brasileiro já entendeu: a esquerda não tem projeto, não tem futuro e não tem compromisso com a verdade. Vive de narrativas fracassadas, vitimismo político e alinhamento com regimes autoritários, enquanto ataca quem enfrenta o sistema de frente.
A esquerda brasileira é sinônimo de escândalos bilionários, corrupção estrutural, violência fora de controle e aparelhamento do Estado. Foi assim no mensalão, no petrolão, no loteamento criminoso das estatais e na destruição da credibilidade do país.
Quando surgiu um presidente disposto a romper esse ciclo — Jair Bolsonaro — a reação foi imediata. Bolsonaro reduziu impostos, impulsionou a geração de empregos, fortaleceu o agronegócio, devolveu autoridade às forças de segurança e enfrentou a velha política parasitária que vive do privilégio e da corrupção.
Por isso o ódio.
Não odeiam Bolsonaro por falhas — odeiam porque ele expôs o sistema, ameaçou os privilégios da elite política e desmontou o esquema de poder da esquerda. Odeiam porque ele governou sem se ajoelhar para corruptos, ditadores e burocratas ideológicos.
A verdade é simples e incômoda: a esquerda perdeu o povo, perdeu a narrativa e perdeu o futuro. O Brasil não aguenta mais retrocessos, censura disfarçada de “democracia” e governos que flertam com o autoritarismo enquanto pregam moralidade.
O Brasil quer liberdade, segurança, trabalho e soberania.
E isso a esquerda jamais poderá oferecer.
Deus. Pátria. Família. Liberdade.

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