O que vimos no último sábado apenas confirmou a existência da “Esquerda Conservadora”. Primeiro, observamos o casal Sâmia e Glauber; agora, vemos Tabata e João Campos. Ambos evidenciam a hipocrisia do setor.
Enquanto o Ministério Público de Pernambuco apura suspeitas de desvio de R$ 500 milhões em contratos de livros superfaturados na gestão de João Campos, onde está a “mulher empoderada”? Fazem o que dizem não defender e buscam a validação de instituições que costumam desprezar, como o casamento na Igreja Católica.
Essa incoerência é latente: para eles, o que vale é a conveniência, ignorando que a própria doutrina católica condena o viés político que defendem. Chega de “mimimi”. Quem são eles? São a esquerda. O que querem? Destruir os valores da direita. E quais valores seriam esses? Família e casamento.
”Ops, estou casando hoje, de vestido branco e seguindo costumes tradicionais, pois quero formar uma família conservadora”. É a mágoa no coração de quem votou no “governo do amor”, mas vê a elite da esquerda se unindo a oligarquias para viver no luxo com o dinheiro dos nossos impostos. Este é o governo que não queremos mais a partir de 2027.
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